O cativeiro de Israel na babilônia durou cerca de 70 anos. Os judeus que nasceram em Bavel, nunca tinham vistos Yerushalayim e todas as experiências que estes tiveram com o Senhor foram na Babilônia, mas veio a libertação e o retorno à Terra de Israel. Outra experiência de cativeiro foi no Egito, cerca de 400 anos. O catolicismo tem cerca de 1700 anos, o protestantismo quase 500 anos, e muitos nasceram e/ou vivem hoje nestas estruturas romanas, e todas as experiências que estes tiveram com o Senhor foram na “Babilônia”, porém é hora de sair da forma romana de servir ao Senhor, da forma institucional romana de ser Igreja (Kehilá), um paradigma poderoso a ser quebrado.
O problema não está no termo Protestante ou Evangélico, muitos ministérios continuarão a manter essas terminologias, a questão é romper com as doutrinas adulteradas e com a forma romana de ser igreja. Outros ministérios verão que não faz sentido ostentar esses títulos de placas doutrinárias, pois ao restaurarem as doutrinas mediante as Escrituras se tornaram bem diferente ao corpo doutrinário geral do Protestantismo.
Esperamos que ministérios inteiros se libertem de Roma e sejam um exemplo para os outros irmãos, e rompam com as barreiras denominacionais, pois o Corpo do Messias é um só. Que deixem de fazer membros para a denominação e passem a formar membros do Corpo, e isso implica que se o “pé” estiver coçando, a “mão” necessitará ir até onde o “pé” está, para prestar-lhe serviço, coçando-o, ou seja, os membros estão ligados ao Corpo e pertencem ao Corpo, não aos que se acham dominadores dos membros, pois o Cabeça é um só, se o Senhor necessitar que um membro vá ao encontro de outro no extremo do Corpo, isso deve ser feito de forma natural, sem burocracias institucionais.
A saída dos Israelitas do Egito e da Babilônia não foi simples, é natural que pessoas se apeguem ao local em que nasceu, e viveu muitos anos, é difícil deixar para sempre amigos, vizinhos, comércios, casas construídas e até bons cargos, e se aventurar ao novo e desconhecido, mesmo que se entenda que é a vontade do Senhor, há pontos dolorosos de renúncia e desapego. Para os que ocupavam funções de exploração era mais fácil sair, para os que ocupavam funções elevadas era bem mais difícil. Sem falar nos desafios que poderiam vir à frente, na caminhada à Terra Prometida, e a incerteza do futuro, mesmo diante das promessas do Senhor a carne e a alma fraqueja e deseja quedar-se onde já está.
Hoje não é diferente, os que estão financeiramente prósperos nos Sistemas Institucionais Religiosos, com cargos e com regalias, terão mais resistência em romper com a Babilônia. Mas os que estão sendo explorados terão mais facilidade em deixá-la. O Diabo sabe o potencial de determinadas pessoas em servir ao Corpo, e busca prendê-los na estrutura de Bavel mediante regalias, confortos e cargos institucionais, para que não saiam dela, e principalmente, não conduzam o povo a se retirar do Sistema. Muitos destes com potencial de conduzir o povo para voltar para Israel/Yerushalayim estão comendo da mesa, das iguarias do rei da Babilônia, e ficam presos pelo estomago, pelo comodismo da carne.
É muito fácil falar para os pagãos romperem com suas estruturas religiosas e tornem-se povo do Senhor, mas para o povo do Senhor romper com as estruturas de Bavel e sair dela é muito difícil. Não é fácil romper com anos de estrutura romana, principalmente para os protestantes que crêem que suas estruturas foram Reformadas, mas o que a Kehilá necessita é de Restauração e não de Reforma.
Em arquitetura há uma enorme diferença entre reformar e restaurar uma construção antiga. Na reforma pode-se melhorar a aparência da construção com elementos que estão na moda, na tendência do momento, introduzir novas linguagens culturais, fazer novos cômodos, remover elementos originais que se considerem ultrapassados e acrescentar elementos diferentes de acordo com o gosto do cliente. A restauração é diferente, ela passa primeiro por um estudo minucioso da originalidade, um árduo trabalho de pesquisa buscando como era realmente a construção no princípio, depois começa o trabalho de remover as camadas e elementos de acréscimos, com muito zelo e amor para não arrancar o bom junto com o corrompido e acrescido. Na restauração se utiliza materiais segundo o modelo original.
O movimento de Reforma Protestante tentou melhorar a igreja ao longo de sua história, segundo a visão de cada grupo, de cada época. Entretanto é necessário deixar a Reforma e passar para a Restauração Completa. Muitos ministérios têm surgido, acrescentando elementos que estão na moda, na tendência do momento, introduzindo novas linguagens culturais, removendo elementos doutrinários originais que considerem ultrapassados e acrescentando elementos diferentes de acordo com o gosto do líder, ou que venha a atrair mais seguidores. Outros promovem um misto de Reforma com Restauração, com boa intenção, mas sem o resultado que o Senhor deseja, estes estarão mais abertos a entenderem o processo da Pura Restauração e optará apenas por ele, pois já estão sendo trabalhados pelo Senhor para isso.
Existem seguidores do Messias que estão buscando a Restauração, o padrão original da Kehilá, existem ministérios que estão buscando fazer um estudo minucioso da originalidade, um árduo trabalho de pesquisa das Escrituras buscando como era realmente a Kehilá no princípio. E a partir do que descobrem vão removendo os acréscimos, alguns até com muito zelo e amor para não arrancar a Verdade junto com o engano, o corrompido e o acrescido.
A Guerra da Restauração é muito maior que as batalhas da Reforma Protestante ocorridas durante estes 500 anos. O Senhor tem preparado, mesmo em Bavel, verdadeiros guerreiros, que foram forjados nas provações dentro da Babilônia, muitos destes nem sabem que estão alistados pelo Senhor para a Guerra da Restauração, acham que já fizeram todas as batalhas contra Roma, mas na verdade eram apenas treinamentos, para enfrentar o Sistema. Mas será que estamos dispostos a sofrermos novamente acusações de hereges, seguidores de seitas, loucos e de sermos outra vez rejeitados, caluniados e termos a reputação criticada?
O povo do Senhor estava cativo no Egito (que é um tipo de Bavel), e mesmo ali Ele operou grandes sinais e maravilhas pelo seu povo, mas isso não queria dizer que o Senhor queria que eles continuassem no Egito, pelo contrário, os milagres das 10 pragas enviadas por Ele contra o Egito foram para mostrar seu amor pelo seu povo e tirá-los dali. Mesmo quando o Senhor opera maravilhas dentro das instituições religiosas, é por amor ao seu povo, que está em Bavel, mas isso não é respaldo de aprovação para com a instituição babilônica, mas o desejo do Senhor continua sendo que o seu povo saia da Babilônia.
As batalhas espirituais travadas no Egito foram treinamentos para as batalhas da conquista da Terra Prometida, pois o Senhor não quer que seu povo simplesmente saia do cativeiro e pereça no caminho, Ele quer que seu povo chegue na Terra Prometida. A saída de Bavel tem que ser total, não podemos cometer o mesmo erro de muitos israelitas que saíram fisicamente do Egito, mas o levaram no coração, e sempre diante das adversidades ficavam murmurando, com saudades dos velhos tempos no Egito.
O texto de Revelação 18 não entra em detalhe de como seria a saída do povo do Senhor de Bavel, se a Babilônia tentaria impedir como fez Faraó e se haveria muita guerra, apenas ordena o povo a sair. É importante rever textos da saída do povo do Egito e de outros cativeiros, Yahu’shua (Josué), Ezra (Esdras), Nehemi’Yah (Neemias), e outros profetas relacionados a estes assuntos, como Dani’el, Yesha’Yahu (Isaias), Yirmi’Yahu (Jeremias), Yehezk’el (Ezequiel), etc. e aprender com eles o que fazer. O texto a seguir, que profetiza a saída do povo do Senhor da Babilônia, cita o que o Senhor fez no deserto quando tirou o povo do Egito, ou seja, há um paralelo a ser aprendido nestas experiências de saída do Egito e da Babilônia, para a saída atual do povo do Senhor de Bavel.
Yesha’Yahu (Isaías) 48:20-21 “Saiam da Babilônia, fujam do meio dos babilônios! Anunciem isso com gritos de alegria e o proclamem. Enviem-no aos confins da terra; digam: "YHWH resgatou seu servo Ya’akov". Não tiveram sede quando ele os conduziu através dos desertos; ele fez água fluir da rocha para eles; fendeu a rocha, e a água jorrou.”
Não podemos entender os Livros do Novo Testamento desprezando os Livros do Primeiro Testamento, pois se completam. O texto de Yochanan em Revelação (apocalipse) está alinhado com o texto de Yirmi’Yahu (Jeremias), que também profetizou sobre a queda da Babilônia:
Yirmi’Yahu (Jeremias)50:1-2 “Palavra que falou o YHWH contra a Babilônia e contra a terra dos caldeus, por intermédio de Yirmi’Yahu (Jeremias), o profeta. Anunciai entre as nações; fazei ouvir e arvorai estandarte; proclamai, não encubrais; dizei: Tomada é a Babilônia, Bel está confundido, e abatido, Merodaque; cobertas de vergonha estão as suas imagens, e seus ídolos tremem de terror.”
Yirmi’Yahu 50:46 “Ao estrondo da queda de Babilônia comoveu-se a terra, e até entre as nações chegou seu eco.”
Yirmi’Yahu 51:8-9 “Caiu, porém, de repente, Babilônia: está arruinada. Chorai sobre ela! Ide à procura de um bálsamo para a sua ferida; talvez venha a curar-se.Tentamos curar Babilônia, mas em vão. Deixai-a! Vamos cada qual para sua terra. Atingem o céu as suas faltas, sobem tão alto quanto as nuvens.”
O mesmo comando para o povo do Senhor fugir da Babilônia:
Yirmi’Yahu 50:6 e 8 "Meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as desencaminharam e as fizeram perambular pelos montes. Elas vaguearam por montanhas e colinas e se esqueceram de seu próprio curral... Fujam da Babilônia; saiam da terra dos babilônios e sejam como os bodes que lideram o rebanho.”
Yirmi’Yahu 51:6 “"Fujam da Babilônia! Cada um por si! Não sejam destruídos por causa da iniqüidade dela. É hora da vingança do Senhor; ele pagará a ela o que ela merece.”
Yirmi’Yahu 51:44-46 e 50 “Castigarei a Bel na Babilônia e farei que lance de sua boca o que havia tragado, e nunca mais concorrerão a ele as nações; também o muro de Babilônia caiu. Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do YHWH. Não desfaleça o vosso coração, não temais o rumor que se há de ouvir na terra; pois virá num ano um rumor, noutro ano, outro rumor; haverá violência na terra, dominador contra dominador...Vós que escapastes da espada, ide-vos, não pareis; de longe lembrai-vos do YHWH, e suba Yerushalayim (Jerusalém) à vossa mente.”
Sair da Babilônia não é fácil, como dito no texto anterior, não devemos deixar desfalecer o nosso coração, nem temer os rumores e a violência, devemos seguir adiante, e não parar, devemos nos lembrar sempre do Senhor e ter em mente Yerushalayim (Jerusalém), pois é pra ela que estamos indo.
Restauração espiritual de Israel e seu retorno para a sua própria terra:
Yirmi’Yahu 50:19-20 “Mas trarei Israel de volta a sua própria pastagem e ele pastará no Carmelo e em Basã; e saciará o seu apetite nos montes de Efraim e em Gileade. Naqueles dias, naquela época", declara o Senhor, "se procurará pela iniqüidade de Israel, mas nada será achado, pelos pecados de Judá, mas nenhum será encontrado, pois perdoarei o remanescente que eu poupar.”
Yirmi’Yahu 51:5 “Israel e Judá não foram abandonadas como viúvas pelo seu Elohim, o Senhor dos Exércitos, embora a terra dos babilônios esteja cheia de culpa diante do Santo de Israel.”
O vinho que embriaga as nações:
Yirmi’Yahu 51:7 “A Babilônia era um cálice de ouro nas mãos do Senhor; ela embriagou a terra toda. As nações beberam o seu vinho; por isso agora, enlouqueceram.”
Revelação 17:2 “com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.”
Revelação 18:3 “pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.”
Bavel é retratada sobre as muitas águas:
Yirmi’Yahu 51:13 “Tu que te assentas sobre as grandes/muitas águas, e que possuis imensos tesouros, chegou teu fim. Acabaram-se as tuas rapinas.”
Revelação 18:3 “Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas”
Um ato profético feito dentro da Babilônia para destruí-la:
Yirmi’Yahu 51:60-64 “Escreveu, pois, Yirmi’Yahu (Jeremias) num livro todo o mal que havia de vir sobre a Babilônia, a saber, todas as palavras já escritas contra a Babilônia. Disse Yirmi’Yahu a Seraías: Quando chegares a Babilônia, vê que leias em voz alta todas estas palavras. E dirás: Ó YHWH! Falaste a respeito deste lugar que o exterminarias, a fim de que nada fique nele, nem homem nem animal, e que se tornaria em perpétuas assolações. Quando acabares de ler o livro, atá-lo-ás a uma pedra e o lançarás no meio do Eufrates; e dirás: Assim será afundada a Babilônia e não se levantará, por causa do mal que eu hei de trazer sobre ela; e os seus moradores sucumbirão. Até aqui as palavras de Yirmi’Yahu.”
Revelação 18:21 “Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.”
A alegria celestial com a queda da Babilônia:
Yirmi’Yahu 51:48 “Os céus, e a terra, e tudo quanto neles há jubilarão sobre Babilônia; porque do Norte lhe virão os destruidores, diz o YHWH. Como Babilônia fez cair traspassados os de Israel, assim, em Babilônia, cairão traspassados os de toda a terra.”
Revelação 18:20 “Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, emissários e profetas, porque Elohim contra ela julgou a vossa causa.”
Devemos profeticamente tocar a trombeta entre as nações, recrutar e preparar o exército para a guerra espiritual contra Bavel (não contra pessoas), confira as três diferentes traduções do mesmo texto a seguir:
Yirmi’Yahu 51:27-28 (Católica) Por toda a terra erguei o estandarte, tocai a trombeta entre as nações. E contra ela uni os povos em guerra santa, mobilizai os reinos de Ararat, de Meni e Ascenez! Contra ela nomeai escribas recrutadores, e lançai os cavalos, quais gafanhotos eriçados. Recrutai contra ela os povos em guerra santa, os reis da Média, seus governadores e oficiais, e todas as terras de seu domínio.
Yirmi’Yahu 51:27-28 (BLH) —Dêem o sinal de ataque! Toquem as cornetas para que os povos escutem! Preparem as nações para lutarem contra Babilônia! Digam aos reinos de Ararate, Mini e Asquenaz que ataquem. Indiquem um oficial para comandar o ataque. Tragam um grande número de cavalos, como se fossem uma nuvem de gafanhotos. Preparem os reis da Média, as suas autoridades, os seus oficiais e todos os países que eles controlam, para que eles guerreiem contra Babilônia.
Yirmi’Yahu 51:27-28 (NVI) "Ergam um estandarte na terra! Toquem a trombeta entre as nações! Preparem as nações para o combate contra ela; convoquem contra ela estes reinos: Ararate, Mini e Asquenaz. Nomeiem um comandante contra ela; lancem os cavalos ao ataque como um enxame de gafanhotos. Preparem as nações para o combate contra ela: os reis dos medos, seus governadores e todos os seus oficiais, e todos os países que governam.
Babilônia tem mantido o povo do Senhor cativo, incluindo os “reis”. Há pessoas com chamados ministeriais que estão cativos na Babilônia, uns cegos e acorrentados como o rei Tsideqi’Yah (ZedekYah ou Zedequias), outros assentado em tronos excelentes da Babilônia, comendo das iguarias da mesa do rei da Babilônia, como o rei Yehoyakin (Joaquim) de Yehudá:
Yirmi’Yahu 52:1,3,4 e 11 “Tsideqi’Yah [Zedequias] tinha vinte e um anos quando se tornou rei, e reinou onze anos em Yerushalayim [Jerusalém]... Tsideqi’Yah se rebelou contra o rei da Babilônia. Então, no nono ano do reinado de Tsideqi’Yah, no décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, marchou contra Yerushalayim [Jerusalém] com todo o seu exército... Então mandou furar os olhos de Zedequias e prendê-lo com correntes de bronze e o levou para a Babilônia, onde o manteve na prisão até o dia de sua morte.”
Yirmi’Yahu 52:31-34 “No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Yehoyakin [Joaquin], rei de Yehudá [Judá], no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês, Evilmerodac, rei de Babilônia, no ano de sua elevação ao trono, perdoou Yehoyakin [Joaquin], rei de Yehudá [Judá], e mandou libertá-lo da prisão. Falando-lhe com benevolência, designou-lhe um trono mais elevado que o dos reis que estavam com ele em Babilônia. Mandou que lhe mudassem as vestes de prisioneiro e, até o fim de sua vida, Yehoyakin [Joaquin] comeu à mesa do rei da Babilônia. Durante toda a sua vida, até o dia de sua morte, sua manutenção foi garantida pelos cuidados do rei de Babilônia.”
Portanto, sair de Bavel exige determinação e renúncias.O texto de Revelação, a seguir, deixa claro que o comando da Voz Celestial não é o de consertar a Babilônia ou propor uma Reforma, mas de rompimento total, saída total da Babilônia, não ter nenhuma cumplicidade com ela:
Revelação 18:4-8 “Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Elohim se lembrou dos atos iníquos que ela praticou (das iniqüidades dela). Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela. O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver! Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Elohim, que a julgou.”
Babilônia é um sistema sincrético, marcado pela mistura: “no cálice em que ela misturou bebidas”, por isso, ela conseguiu embebedar facilmente os homens, levando-os a pecar pela mistura da verdade com a mentira, gerando o Engano. Este Sistema mistura as verdades da Escritura com o paganismo.
Este sistema denominado Babilônia não se tem em baixa estima, como algumas prostitutas, mas ostenta nome de grandeza e não se ver inferiorizada, pois o texto diz: “O quanto a si mesma se glorificou”. Ela não aparenta externamente como uma prostituta, mas uma rainha, uma mulher luxuosa, de grande domínio e poder, demonstrando que só com a visão de Revelação é que se percebe a Grande prostituta que ela é.
O povo do Senhor está maravilhado com o luxo dela, com a “unção de prosperidade” que ela tem e encantado com seu poder, mas precisa urgente sair dela. Esta mulher, que se considera como rainha, afirma: “Estou sentada como rainha. Viúva, não sou”, embora ela queira dizer, com isso, que é a Esposa ou a Noiva de um Rei, ela não passa de uma Prostituta, por mercadejar com o Corpo e com o Vinho. Este sistema se apresenta hoje como a Esposa/Noiva do Cordeiro embora esteja mercadejando a fé. Mas não há cura para a Babilônia:
Yirmi’Yahu (Jeremias) 51:9 “Tentamos curar Babilônia, mas em vão. Deixai-a! Vamos cada qual para sua terra. Atingem o céu as suas faltas, sobem tão alto quanto as nuvens.”
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